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Uma grande lição do mestre Clint Eastwood. Desta vez não foi preciso inventar um grande homem pois ele já existia e chama-se Mandela (maravilhosamente replicado por Morgan Freeman).
Quem não se comover várias vezes durante este filme deverá estar socialmente morto.
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Poemas para a solidão
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a solidão por fim veio, e ela não fugiu, e a solidão se misturou, se
entrelaçou, e se consolidou com sua alma. Por M.h.
Há 1 hora


3 comentários:
Infelizmente, meu caro há muita gente socialmente morto mas politicamente vivo, muito vivo!
A virgula, lá atrás, está fora do sitio. Mas pior, a tal gente a que me referi também está (e ninguém corrige).
Exelente =)
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