A despedida da temporada no S. Carlos foi feita com a "Maria de Buenos Aires" de Piazzola, uma «operita» de 1968 com música de Astor Piazzolla e textos de Horacio Ferrer que se apresenta como um dos mo(nu)mentos mais expressivos do «Nuevo Tango.
Confesso que não sou sensível ao charme do tango e, menos ainda, às inenarráveis desgraças que os seus textos repetem infatigavelmente (como acontece com o "nosso" fado). A música de Piazzolla sim, considero-a uma aventura que vale a pena.
Não sei qual terá sido a razão para apresentar este espectáculo, neste momento, neste lugar e para este público (vários velhotes ressonavam à minha volta).
Também não percebo o que poderia Mísia acrescentar. É verdade que, ao contrário de Eduardo Prado Coelho, não lhe devo nenhum jantar com a Fanny Ardant mas confesso que se trata de um artista que não me provoca qualquer arrepio.
A verdade é que não funcionou.
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É isto andais a festejar?
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