segunda-feira, abril 18, 2016

Perto de Serpa


Perto de Serpa

segunda-feira, abril 11, 2016

NOUDAR


NOUDAR - Um lugar maravilhoso
Castelo do séc. XIV e Parque de Natureza, perto de Barrancos, constituem uma verdadeira jóia que só agora descobri.






quarta-feira, abril 06, 2016

Inevitabilidades históricas


domingo, março 27, 2016

quarta-feira, março 09, 2016

Lista VIP



A "Lista VIP", que causou tanta comoção nos tempos do Passos, afinal continua a existir.
Agora até o Sócrates faz parte da lista.

sexta-feira, março 04, 2016

Acho deplorável



Acho deplorável
a decisão profissional da Maria Luis Albuquerque, sejam ou não fundadas as suspeitas que suscita.
A dignidade das funções governativas deve ser protegida de todas as dúvidas e equívocos, mesmo que à custa da perda de oportunidades profissionais.
Esta decisão, ainda por cima, parece aliviar a consciência daqueles que apoiam o governo do partido do poupadíssimo Eng. Sócrates, do famoso Coelhone, do Dr. Vara dos robalos, etc, etc, etc.

quinta-feira, março 03, 2016

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

HAIL CAESAR!



HAIL CAESAR!
Os irmãos Coen compõem uma divertidíssima sátira, que decorre durante as rodagens de mais um filme sobre a história de Cristo.
A ficção, a fé religiosa e as utopias políticas têm uma raiz comum que se perde nas mais remotas formas da sociedade humana.
Ao cruzar estas três "ilusões" o filme mostra como todas podem ser irresistivelmente delirantes.
O filme está recheado de cenas antológicas, das quais destaco a reunião de hierarcas religiosos para discutir se o filme ofende alguma das religiões comuns nos E.U.A.

"Austeridade socialista"


Para os mais esquecidos e para os que omitem a raiz disto tudo.
A "austeridade socialista" já tinha começado antes mesmo da aparição dos "neoliberais". 
Mas a "austeridade socialista" é, por definição, a defesa do Estado Social (como voltaremos a ver dentro em breve).

terça-feira, fevereiro 16, 2016

quarta-feira, fevereiro 10, 2016

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

quarta-feira, fevereiro 03, 2016

A GERINGONÇA


segunda-feira, janeiro 25, 2016

O Renascido


O Renascido
não compreendo o entusiasmo pelas sagas do Império, que sempre contra-ataca, com os seus robots amaricados e a sua violência de plástico.
Vão ver este filme do Inarruti, com sangue suor e lágrimas das autênticas e um planeta belíssimo e inóspito, chamado Terra.
Verão o herói morrer às garras de um urso castanho e nascer de novo no parto de um cavalo morto.
A não perder este banho de grandiosidade que vos fará perceber quão mesquinhas são as vossas vidas.


domingo, janeiro 24, 2016

segunda-feira, janeiro 18, 2016

Palpite para Domingo




O meu palpite para Domingo
Esta semana há jackpot?

quinta-feira, janeiro 14, 2016

45



45
fui ver o filme. Conta a história de um casal, mais ou menos da minha idade, que se prepara para festejar os 45 anos do casamento e é supreendido por um facto do passado, que estivera literalmente congelado.
Não excedeu as minhas expectativas excepto num ponto: ouvir a ainda belíssima Charlotte Rampling lamentar-se por não ter fotografias que ilustrem o percurso da sua vida.
Há sempre um momento, com a idade e alguma outra crise, em que de repente as nossas memórias tremelicam e toda a nossa história nos parece inverosímil.
Devo fazer-vos uma confissão muito pessoal; eu preparei-me bem para essa eventualidade. No meu computador posso, em qualquer momento, invocar imagens de praticamente qualquer época da minha vida.
A obsessão pela fotografia que sempre me afligiu, algum sentido de organização e a maravilhosa tecnologia actual permitem-me esse luxo.
Daqui resulta um novo desafio.
É sabido que, mesmo sem querer, vamos sempre rescrevendo a nossa história de vida. No meu caso, ou em casos como o meu, a ficção em que o passado se converte acaba por ter como base não só a memória mas também umas centenas de milhares de imagens digitalizadas.

terça-feira, janeiro 12, 2016

sábado, janeiro 09, 2016

Presidenciais





Presidenciais
alguns debates falam da presidência como se fosse um sinaleiro com autoridade para mandar os carros seguir ora para Fátima ora para Alhos Vedros.

segunda-feira, janeiro 04, 2016

As causas do Banif (e dos outros)


As causas do Banif (e dos outros)
O Expresso publicou, no dia 24/12, um artigo importantíssimo para se perceber os mecanismos e as tramóias que levaram o sistema bancário ao tapete.
O quadro aqui apresentado, que faz parte do referido artigo, mostra claramente que o destino da banca estava traçado quando Sócrates foi corrido do governo.
Os bancos tinham acumulado "imparidades" que foram aparecendo à luz do dia e transformaram os lucros (e dividendos) faustosos, do tempo do sr. engenheiro, em prejuizos, necessidades de capitalização e, no limite, resoluções e custos para os contribuintes.
Há que desconfiar daqueles que querem resumir este problema aos últimos quatro anos, para fazer de Passos o bode expiatório, e que afunilam a análise nos "erros da regulação".
Coitado do regulador, foi submergido por uma avalanche de vigarices acumuladas que ninguém poderia limpar impunemente.

segunda-feira, dezembro 28, 2015

Tempo Novo


O texto é do Comendador Marques de Correia (Expresso)

domingo, dezembro 27, 2015

terça-feira, dezembro 22, 2015

O Arco



O "arco" quebrou-se mas foi lá.
Em Portugal derrubou-se (ou saltou-se) o muro.

sexta-feira, dezembro 18, 2015

quarta-feira, dezembro 16, 2015

terça-feira, dezembro 15, 2015

O Factor Fantasma


O Factor Fantasma
Lembram-se certamente do tempo em que no Metro, em Lisboa – e nessa época só existia Metro em Lisboa – um funcionário viajava dentro das carruagens? O dito funcionário, em cada estação confirmava se já tinham saído e entrado todos os passageiros e, em seguida, accionava o fecho da porta. Dir-me-ão que isso acontecia no tempo em que a dona Gertrudes Tomaz inaugurava a árvore de Natal do São Jorge. Mais ou menos. Um bocadinho para menos do que para mais: esses funcionários designados factores sobreviveram até 1995. Ou seja os factores deixaram oficialmente de existir no ano em que Ieltsin e Clinton negociavam em Moscovo, se criava o Espaço Schengen, era lançado o Internet Explorer 1, Bobby Robson era o treinador do Futebol Club do Porto.
Como se vê o mundo mudou muito nestes vinte anos, nem sempre para melhor mas mudou. Excepção feita aos factores do Metropolitano de Lisboa, que se tornaram num caso de espiritismo no mundo dito do trabalho pois se algum ingénuo pensou que extinta a função se acabavam os encargos com novos factores desiluda-se: os maquinistas do Metro passaram a receber uma remuneração extra (entre 317 euros e 475,50 euros mensais) pela abertura e fecho das portas das composições.
Mas não só. Os desaparecidos factores são sempre invocados nos acordos de empresa para explicar porque hão-de trabalhar ainda menos tempo os maquinistas. É preciso ter em conta que o horário de trabalho dos maquinistas do Metro de Lisboa está dividido em dois turnos. Mas só num deles os maquinistas dirigem as composições. Na outra metade o maquinista fica na situação de reserva, e pode, quando muito, assegurar manobras das composições nos cais terminais. O que nos leva à pergunta: porque afecta então o Metro de Lisboa tanto maquinista exclusivamente a manobras quando tem todos os dias dezenas de maquinistas parados no cumprimento do seu segundo turno?

quinta-feira, dezembro 10, 2015

A minha mãe


A minha mãe
é um filme sublime que Nanni Moretti realizou depois da sua experiência pessoal de perda da mãe.
Isso, só por si, não garantiria nada já que tal sentimento é o mais comumente sofrido por quase todos os seres humanos. 
Moretti foge ao sentimentalismo e oferece-nos uma profunda reflexão sobre a incansável busca da identidade e de sentido, busca essa que se torna mais pungente em momentos como a morte da mãe.
Ele apaga-se, enquanto personagem, e entrega à espantosa actriz Margherita Buy a tarefa de nos mostrar como é dramática a distância entre o que fazemos e o que somos.
Margherita, que interpreta uma realizadora cinematográfica, passa o tempo a pedir aos seus actores que façam o papel mantendo-se, enquanto pessoas, ao lado da personagem.
John Turturro, que encarna precisamente um actor do filme realizado por Margherita, joga também com as questões da identidade e da memória.
Grita a certo passo: "levem-me de volta para a realidade"

quarta-feira, dezembro 09, 2015

Os sete anos que mudaram quase tudo



Os sete anos que mudaram quase tudo
Cavaco está quase a passar à história mas a sua história não se resume aos dois mandatos como Presidente.
Entre 1985 e 1991 ele coincidiu com uma curva muito apertada dos tempos modernos; o fim da URSS e do sistema soviético.
Durante esse período o PCP encontrava-s entre dois fogos. 
Por um lado as denúncias e reformas pouco ortodoxas de Gorbatchev e, por outro, a dinâmica vitoriosa de Cavaco e do que ele representava. Internamente as dissidências eram causa e consequência.
Os acontecimentos na URSS dificultavam uma lógica revolucionária e, ao mesmo tempo, a prática eleitoral em Portugal revelava cada vez mais as suas próprias limitações.
Nos oito anos que medeiam entre 1983 e 1991 o PCP passou de 18,07 % e 44 deputados para 8,8 % e 17 deputados.
E as coisas nunca mais voltaram a ser como eram antes.

segunda-feira, dezembro 07, 2015