terça-feira, junho 28, 2016

Pirómano



O Doutor Costa é um pirómano 
que desiste do seguro de incêndio 
para arranjar dinheiro para a gasolina

quinta-feira, junho 23, 2016

Três leões


domingo, junho 19, 2016

O Galo de Marcelos



Soubemos de fonte segura que todos os jogadores da selecção, seja qual for o resultado obtido no Euro 2016, receberão à chegada a solo pátrio um azulejo especial oferecido com muito afecto.

quinta-feira, junho 09, 2016

12º Aniversário



O DoteCome faz hoje 12 aninhos.

segunda-feira, junho 06, 2016

Cinderela no São Carlos



Cinderela
Música e libreto: Pauline Viardot {1821-1910}
Ópera cómica de salão em 3 atos, baseada no conto Cendrillon,
de Charles Perrault
Versão portuguesa Luís Rodrigues

Piano e direção musical João Paulo Santos
Encenação Mário Redondo
Direção circo Chapitô
Cenografia e figurinos Miguel Costa Cabral
Desenho de luz Paulo Sabino

Barão de Pic'torcido João Oliveira
Maria (Cinderela) Ana Franco
Magalona Sónia Alcobaça
Armelinda Ana Ferro
A Fada Bárbara Barradas
O Príncipe Encantado João Cipriano Martins
O Conde Miscarudo Marco Alves dos Santos
Interpretação circense Alunos do 1.º ano do Curso de Interpretação
e Animação Circenses da Escola Profissional de Artes e Ofícios do
Espetáculo do Chapitô

Nova Produção
Co-produção TNSC/Chapitô

Num animado salão juntam-se artistas, intelectuais, boémios.
Em que época? É difícil dizer. Vai contar-se, ou viver-se, ou "brincar-se", uma história: Cinderela. Um clássico.

Todos contam, todos observam. Aqui três Cinderelas, ali dois Príncipes. Uma Irmã Má agora, que mais adiante é uma Fada Madrinha. Cada um mostra a sua particular visão de cada momento, de cada emoção, de cada peripécia. Uns cantam, outros falam, outros ainda exprimem-se com o corpo. As personagens desdobram-se, as cenas sobrepõem-se, os objectos transformam-se. Todo o palco é cenário e também plateia. No fim, mais que o enredo — já tão conhecido — ficará o prazer do jogo.

terça-feira, maio 31, 2016

Poema famoso revertido para o tempo novo


Poema famoso revertido para o tempo novo

Uma vaquinha voava, voava
Cornos ao vento
Rabo a dar, a dar
Como ela, somos livres
Somos livres de sonhar

sexta-feira, maio 27, 2016

Momento poético



Joaninha avoa, avoa
Que o Costa largou Lisboa
Com um saco de dinheiro
P'ra pagar IVA ao tasqueiro


Joaninha avoa, avoa
Que o Costa largou Lisboa
Com trambiques milionários
Para dar aos funcionários


Joaninha avoa, avoa
Que o Costa largou Lisboa
Com seus sonhos impossíveis
Que pagas nos combustíveis

quinta-feira, maio 26, 2016

A árvore dos desentupidores



A árvore dos desentupidores
Hoje passei no lote 14. As janelas do segundo direito continuam fechadas e os estores corridos até abaixo.
Foi quase sempre assim desde que ele morreu há seis anos. Com pequeno interregno em que lá morou uma simpatica família cheia de miúdos.
Cá em baixo, no jardim entre os prédios, os arbustos florescem apesar da incerteza primaveril e, entre eles, sobresaem as flores vermelhas da “árvore dos desentupidores”.
Foi ele que a plantou. Trazida de uma viagem, a ver a filha e os netos, à Califórnia.
O pequeno ajardinado adjacente à praceta era o seu feudo, onde reinava desde que trespassara a loja ainda rijo. Era um regresso à agricultura que nunca chegara a praticar. Ele que fugira da casa nas beiras, para a cidade, com meros 13 anos.
Creio que ele nunca chegou a saber que chamam califemo, àqueles arbustos cuja flor parece um escovilhão pronto a entrar pelo gargalo de uma qualquer garrafa a precisar de limpeza.
Tivemos alguns desacordos por causa disso; eu realmente não apreciava aquele exotismo. Ele, pelo contrário, deliciava-se com os elogios dos passantes e foi fazendo oferecimentos à vizinhança.
Ao fim de algum tempo já se viam, aqui e ali, novas “árvores dos desentupidores”, como eu lhes chamava, que descendiam da matriz importada, às escondidas, das costas do oceano Pacífico.
Então fui levado a olhar para aquele jardim como um legado do meu pai, uma coisa viva que ele deixou e que lhe vai sobreviver sabe-se lá quanto tempo.
Ele não era dado a especulações metafísicas mas eu gostava que ele, esteja onde estiver, pudesse ver as abelhas girando à volta das flores que plantou.
Fui o resto do caminho a olhar para os arbustos de uma outra maneira, com outra consideração. Cada um deles é afinal uma herança.
Que o pai de alguém deixou ali para aqueles que, como eu, agora passam.

terça-feira, maio 24, 2016

A vaca do Costa


Expresso, 21.05.2016

segunda-feira, maio 16, 2016

Os donos disto tudo


Desde ontem, a propósito e a despropósito, em cenas de rua e em cerimónias oficiais, em diferido e em directo, todos os portugueses são obrigados a participar dos festejos do Benfica durante horas a fio.
Muito do anti-benfiquismo, que realmente existe, nasce desta prepotência despropositada de quem se sente dono disto tudo.

sexta-feira, maio 13, 2016

E o mentiroso era o outro...


Quem ouvir com atenção as sucessivas intervenções de A. Costa sobre o Plano B não pode deixar de ficar incomodado; as omissões, os devios, as meias palavras e os descarados malabarismos revelam uma mente vocacionada para a manipulação.
Quer no parlamento, quer nas entrevistas como a de ontem na SIC, Costa salta com agilidade do documento que entregou à "Europa" com medidas para 2016 (que ninguém conhece) para um outro quadro relativo ao plano de estabilidade nos próximos anos (este já conhecido).
A manobra é tão incrível que os interlocutores ficam como que desorientados e sem perceber o que lhes está a acontecer.
Revejam a forma como Costa respondeu ontem na SIC a esta questão e vão perceber o artista que nos tocou pela porta.
E o mentiroso era o outro...

terça-feira, maio 10, 2016

Ribeira dos Caldeirões


Ribeira dos Caldeirões
S. Miguel - Açores

sexta-feira, maio 06, 2016

Cavalo na Gorreana



Cavalo na Gorreana

segunda-feira, abril 18, 2016

Perto de Serpa


Perto de Serpa

segunda-feira, abril 11, 2016

NOUDAR


NOUDAR - Um lugar maravilhoso
Castelo do séc. XIV e Parque de Natureza, perto de Barrancos, constituem uma verdadeira jóia que só agora descobri.






quarta-feira, abril 06, 2016

Inevitabilidades históricas


domingo, março 27, 2016

quarta-feira, março 09, 2016

Lista VIP



A "Lista VIP", que causou tanta comoção nos tempos do Passos, afinal continua a existir.
Agora até o Sócrates faz parte da lista.

sexta-feira, março 04, 2016

Acho deplorável



Acho deplorável
a decisão profissional da Maria Luis Albuquerque, sejam ou não fundadas as suspeitas que suscita.
A dignidade das funções governativas deve ser protegida de todas as dúvidas e equívocos, mesmo que à custa da perda de oportunidades profissionais.
Esta decisão, ainda por cima, parece aliviar a consciência daqueles que apoiam o governo do partido do poupadíssimo Eng. Sócrates, do famoso Coelhone, do Dr. Vara dos robalos, etc, etc, etc.

quinta-feira, março 03, 2016

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

HAIL CAESAR!



HAIL CAESAR!
Os irmãos Coen compõem uma divertidíssima sátira, que decorre durante as rodagens de mais um filme sobre a história de Cristo.
A ficção, a fé religiosa e as utopias políticas têm uma raiz comum que se perde nas mais remotas formas da sociedade humana.
Ao cruzar estas três "ilusões" o filme mostra como todas podem ser irresistivelmente delirantes.
O filme está recheado de cenas antológicas, das quais destaco a reunião de hierarcas religiosos para discutir se o filme ofende alguma das religiões comuns nos E.U.A.

"Austeridade socialista"


Para os mais esquecidos e para os que omitem a raiz disto tudo.
A "austeridade socialista" já tinha começado antes mesmo da aparição dos "neoliberais". 
Mas a "austeridade socialista" é, por definição, a defesa do Estado Social (como voltaremos a ver dentro em breve).

terça-feira, fevereiro 16, 2016

quarta-feira, fevereiro 10, 2016

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

quarta-feira, fevereiro 03, 2016

A GERINGONÇA


segunda-feira, janeiro 25, 2016

O Renascido


O Renascido
não compreendo o entusiasmo pelas sagas do Império, que sempre contra-ataca, com os seus robots amaricados e a sua violência de plástico.
Vão ver este filme do Inarruti, com sangue suor e lágrimas das autênticas e um planeta belíssimo e inóspito, chamado Terra.
Verão o herói morrer às garras de um urso castanho e nascer de novo no parto de um cavalo morto.
A não perder este banho de grandiosidade que vos fará perceber quão mesquinhas são as vossas vidas.


domingo, janeiro 24, 2016

segunda-feira, janeiro 18, 2016

Palpite para Domingo




O meu palpite para Domingo
Esta semana há jackpot?