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O primeiro-ministro, José Sócrates, considerou hoje “absolutamente lamentável” o que apelidou de “jornalismo de buraco de fechadura”, baseado em “escutas telefónicas e conversas privadas” sem relevância criminal.
Público 06.02.2009
Há aqui um grande equívoco.
O que os cidadãos esperam do seu Primeiro Ministro, muito mais do que teorias sobre jornalismo ou teses jurídicas, é que formalmente esclareça:
1. Se os factos vindos a público têm ou não veracidade.
2. Em caso afirmativo porque entende que amigos seus, pessoas da sua confiança e altos quadros empresariais mantêm conversas de tal teor
3. Em suma, se realizou ou mandou realizar algum dos graves factos que se depreendem das escutas publicadas.
É que os cidadãos que nele votaram, e todos os que o têm que respeitar como Primeiro Ministro, não são membros da Entidade Reguladora da Comunicação Social nem entendidos nos formalismos processuais dos tribunais. Só precisam de perceber se o Primeiro Ministro continua a ser digno de confiança política, mais nada.
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A importância dos detalhes - 2
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"Se há palavras que os jornalistas devem ter cuidado em usar, "pressões" é
uma delas. Faz parte do jornalismo sofrer pressões. Sofrer e resistir.
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Há 18 minutos



























1 comentários:
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