Quem não viu já só tem uma semana. Todos às Janelas Verdes apesar de o estacionamento ser um pesadelo.
.
5
comentários:
Jorge Conceição
disse...
É possível que a exposição se prolongue até ao fim do mês, foi lá dito hoje pela coordenadora da visita. Não existe pesadelo de estacionamento para quem saiba a utilidade das pernas próprias. Basta estacionar nas redondezas da Igreja de Santos ou, em na pior das hipóteses, no estacionamento do Largo de Santos, além das soluções ribeirinhas.
O problema não são as pernas, eu até corro todos os dias e estou bem treinado. O estacionamento não pode estar dependente de uma charada que só alguns sabem resolver. Por baixo do jardim adjacente já há muito deviam ter construído um parque de estacionamento que motivasse as visitas a este importantíssimo museu. A não ser que queiram afugentar as pessoas da cultura.
Claro que o problema não são as pernas, que antes de serem aproveitadas para o desporto já eram utilizadas nas deslocações.
Claro também, que um estacionamento próximo seria uma mais valia para o MNAA.
Não acredito, no entanto, que isso favoreça grandemente o necessário desbloqueamento do povo português (generica e abusivamente falando) na sua relação com a cultura: quem quer vai, quem não quer arranja sempre uma desculpa. Basta ver que o museu tem sempre imensos estrangeiros, poucos dos quais se devem deslocar de automóvel.
E acho que isso mesmo sucede a quem vai a uma cidades estrangeira e não está para ficar dependente dum carro (quanto a mim a maneira mais livre e mais completa de a fruir).
Os estrangeiros não são uma boa comparação. A pessoa quando está em turismo está ali para visitar coisas e normalmente não tem carro.
Convém não abusar dos simplismos e das generalizações. Eu por, exemplo, já tinha estado à porta do Museu e, depois de várias voltas sem conseguir estacionar, irritei-me e voltei para casa. Hoje voltei e lá andei pelas vielas até que surgiu um lugar com 2 rodas sobre o passeio.
Na verdade são opções e... vontade! Também lá fui hoje e decidi previamnete estacionar num dos muitos lugares "oficiais" disponíveis em redor da Igreja de Santos-o-Velho (concretamente na Calçada Ribeiro dos Santos), seguindo a pé o resto do caminho. junto do Museu apinhavam-se os carros, algums deles sobre os passeios e então dei largas a alguns impropérios contra os automobilistas que assim desprezavam o peão...
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O problema não são as pernas, eu até corro todos os dias e estou bem treinado.
O estacionamento não pode estar dependente de uma charada que só alguns sabem resolver.
Por baixo do jardim adjacente já há muito deviam ter construído um parque de estacionamento que motivasse as visitas a este importantíssimo museu.
A não ser que queiram afugentar as pessoas da cultura.
Claro que o problema não são as pernas, que antes de serem aproveitadas para o desporto já eram utilizadas nas deslocações.
Claro também, que um estacionamento próximo seria uma mais valia para o MNAA.
Não acredito, no entanto, que isso favoreça grandemente o necessário desbloqueamento do povo português (generica e abusivamente falando) na sua relação com a cultura: quem quer vai, quem não quer arranja sempre uma desculpa. Basta ver que o museu tem sempre imensos estrangeiros, poucos dos quais se devem deslocar de automóvel.
E acho que isso mesmo sucede a quem vai a uma cidades estrangeira e não está para ficar dependente dum carro (quanto a mim a maneira mais livre e mais completa de a fruir).
Os estrangeiros não são uma boa comparação. A pessoa quando está em turismo está ali para visitar coisas e normalmente não tem carro.
Convém não abusar dos simplismos e das generalizações. Eu por, exemplo, já tinha estado à porta do Museu e, depois de várias voltas sem conseguir estacionar, irritei-me e voltei para casa.
Hoje voltei e lá andei pelas vielas até que surgiu um lugar com 2 rodas sobre o passeio.
Na verdade são opções e... vontade! Também lá fui hoje e decidi previamnete estacionar num dos muitos lugares "oficiais" disponíveis em redor da Igreja de Santos-o-Velho (concretamente na Calçada Ribeiro dos Santos), seguindo a pé o resto do caminho. junto do Museu apinhavam-se os carros, algums deles sobre os passeios e então dei largas a alguns impropérios contra os automobilistas que assim desprezavam o peão...
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