sexta-feira, agosto 16, 2013

À espera do milagre




Se, e quando, se verificar uma retoma económica em Portugal podemos falar de um milagre.
E porquê ?
Porque muito boa gente, por acção ou por omissão, norteada pelo fanatismo partidário, se esforçou e esbracejou para que tal nunca viesse a acontecer.
Ao longo dos últimos anos temos assistido a um cortejo de premonições catastróficas, razias de descrédito e campanhas de descrença, capazes de vergar o mais optimista dos cidadãos.
Se, e quando, se verificar uma retoma económica em Portugal há uma data de gente que vai ter um enorme desgosto.

3 comentários:

Anónimo disse...

Correndo o risco de ser "agredido" isto aqui no teu território de há uns tempos a esta parte entrou, Fernando, no terreno da twilight zone...
Atenção, malta, abram fogo de protecção, para me safar....

JPedro

Edgar Carneiro disse...

Confundir a critica às políticas dos sucessivos governos PS e PSD (com e sem CDS)- incluindo as decisões de nos "enfiarem", de qualquer maneira, na UE e no euro, com os resultados que estão à vista - confundir a critica a tais políticas com "fanatismo partidário" e "cortejo de premonições catastróficas, razias de descrédito e campanhas de descrença", para além de ser absurdo pela dimensão, qualidade e diversidade de tais críticas, interna e externamente, é tentar branquear tais políticas e os seus promotores e beneficiários.
Já regredimos em termos sociais, económicos e até, e civilizacionais, mais de uma década. A continuar esta ofensiva contra os trabalhadores e o povo, mas também contra a Constituição, a Saúde, a Escola Pública e tudo o que foi construído depois de Abri já nos fez regredir mais de uma década. Com a insistência nestas políticas até onde querem chegar?
A "lavagem" do que tem sido e está a ser feito cheira a cumplicidade.

Luis disse...

A não ser que se enverede ,irresponsavelmente,para uma politica de terra queimada,não vejo,não é credível,que existam opções no seio do actual quadro politico da esquerda que defenda essa opção,se assim se pode chamar.
O que eu verifico é que se se persistir nesta tolerância e neste suposto beneficio ao infractor,o actual governo ,vamos inexorávelmente em direcção
ao caos.