segunda-feira, agosto 17, 2015
Faz hoje 50 anos
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sexta-feira, agosto 14, 2015
sábado, agosto 08, 2015
sexta-feira, julho 31, 2015
quarta-feira, julho 29, 2015
Salários mínimos na zona euro
Olhando para esta lista de "ordenados mínimos" percebe-se a dificuldade de certos governos quando se trata de convencer os seus concidadãos a fazer "donativos " para a Grécia. Os 683,76 euros é o salário mínimo da Grécia já depois da enorme austeridade imposta pela Troika. Entretanto, mesmo ao lado, os trabalhadores da Bulgária vivem com o salário mínimo mais baixo de todos
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segunda-feira, julho 27, 2015
quarta-feira, julho 22, 2015
Fazer política com os copos
Fazer política com os copos
passamos a vida em discussões para decidir se o copo está meio cheio ou se está meio vazio.
De um lado os que acham que o país está muito melhor do que estava, embora não esteja bem, e do outro aqueles que acham que o país não está melhor embora tenha melhorias aqui ou ali.
Claro que esta discussão obedece aos ditames da luta partidária e sobe de tom à medida que as eleições se aproximam.
Pode argumentar-se que, digam o que disserem, a realidade não deixa de ser o que é mas tal não é inteiramente verdade.
As apreciações positivas reforçam a confiança e as avaliações negativas criam desânimo e passividade. Todos sabemos que no plano económico, nomeadamente para o investimento, a confiança é meio caminho andado.
Às vezes interrogo-me sobre o impacto económico das previsões pessimistas feitas, por razões partidárias, ao longo dos últimos quatro anos.
Felizmente, ao contrário do que muitas vezes acontece, não se converteram em profecias auto-realizadas. Mas cabe perguntar: quão diferente seria a nossa situação actual se não se tivessem sucedido profecias catastróficas de segundos resgates, de espirais recessivas e de impossibilidade de aceder os mercados de capitais?
terça-feira, julho 21, 2015
Que farei com esta década?
Que farei com esta década?
desde que fiz 70 anos ando um bocadinho obcecado com esta questão. Qual a melhor maneira de potenciar a minha oitava década?
- A sétima década (2005-2015) foi marcada pelas grandes viagens (China, Índia, Patagónia, Egipto, Peru, etc) e pela fotografia, incluindo a mania de coleccionar câmaras fotográficas.
- A década mais marcante da minha vida foi a terceira (1965-1975); incluiu a militância clandestina contra o fascismo, a guerra colonial e o PREC. Como se não bastasse casei e fui pai de dois rapazes.
- A sexta década (1995-2005) começou na gestão de empresas e projectos e terminou na publicação de um livro de teoria política (Do Capitalismo para o Digitalismo)
- Eu nasci no fim da guerra por isso a primeira década (1945-1955) foi calma e esperançosa
- A segunda (1955-1965), que foi a da adolescência escolar e da veia poética, terminou práticamente na adesão ao PCP
- (1975-1985) foi a quarta, década em que mergulhei a fundo na actividade sindical
- Na quinta década (1985-1995), embora muito activo politicamente, dediquei grande atenção aos aspectos profissionais na área das tecnologias da informação (TICs).
Feito este balanço volto à pergunta inicial: qual será a tónica da minha oitava década?
sábado, julho 18, 2015
terça-feira, julho 14, 2015
Um dia teremos saudades da Merkel
À medida que a riqueza atávica vai sendo delapidada vão surgindo os despiques, as indisciplinas e as aberrações típicos das famílias decadentes.
Deixou de haver dinheiro para sustentar parentes ociosos ou viciados e as jóias da família vão sendo vendidas a árabes ou chineses, tanto faz.
A Europa, e o seu estilo de vida incomparável, caminha para o desastre inexorável perante adversários que não têm escrupulos económicos, nem sociais, nem ambientais, nem sequer humanitários (vidé o ISIS, por exemplo).
Mas todos estes riscos, já de si gigantescos, são potenciados pela tibieza do poder político. Basta comparar a autoridade e o poder da Comissão Europeia do senhor Junker com os seus concorrentes como Putin, Obama ou Xi Jinping.
À falta de um governo europeu politicamente legitimado é à senhora Merkel que tem cabido a ingrata tarefa de pôr ordem na casa e de impedir que proliferem os escapismos que a pobreza faz crescer por todo o lado. Por causa disso a Merkel converteu-se no bode expiatório de todas as frustações.
Convinha, no entanto, que aqueles que a acusam de ser mandona percebessem que a Europa não padece de autoritarismo mas sim da vertigem das forças centrífugas.
O que nos espera não é uma Europa idílica, próspera e humanitária; o que aí vem é a proliferação dos populismos à Syriza ou à Le Pen, com vários tons e matizes.
À medida que a decadência se aprofundar veremos substituir os partidos socialistas por populismos “de esquerda” e os partidos liberais por populismos de extrema direita.
A Grécia é um daqueles microcosmos que ajudam a perceber o cosmos.
A dívida “impagável” da Grécia não assusta a não ser como prólogo das dívidas “impagáveis” de Portugal, da Espanha, da Itália ou da França.
A rebeldia infantil do Tsipras não assusta a não ser como prólogo da rebeldia da senhora Le Pen, ou dos Verdadeiros Finlandeses ou do senhor Victor Urban (para falar só dos que já emergiram).
Do ponto de vista da sobrevivência do nosso modo de vida é preferível uma Merkel musculada à balcanização da europa pelos fanatismos e pelos nacionalismos.
Quando o empobrecimento e as suas sequelas levarem ao poder no Norte da Europa os partidos de extrema direita e proliferarem no Sul da Europa os demagogos pseudo-revolucionários podemos estar certos de que uma nova guerra se aproxima.
Hora da publicação: 12:26 2 comentários
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segunda-feira, julho 13, 2015
Deplorável
Hora da publicação: 16:06 0 comentários
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sexta-feira, julho 10, 2015
A táctica do Syriza
Acho que percebi finalmente a táctica do governo grego do Syriza. Souberam sempre que acabariam por ter que aceitar o mesmo tipo de constrangimentos que os governos anteriores tinham aceitado. Decidiram então encenar, durante meses, uma "luta titânica" contra o "inimigo externo". A encenação, feita de bravatas e desplantes, teve o seu apogeu no referendo. Agora, criada a fama de lutadores incansáveis, os dirigentes do Syriza pode aceitar todas as condições dos credores sem ter que se justificar. Esta hábil manobra tem no entanto os seus custos pois, durante os meses em que decorreu, tudo se deteriorou no plano económico interno e também a reputação da Grécia no tabuleiro internacional. A factura será paga pelo povo grego.
quinta-feira, julho 02, 2015
Hora da publicação: 00:47 0 comentários
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segunda-feira, junho 29, 2015
A minha mãe morreu há exactamente 9 anos
A minha mãe morreu há exactamente 9 anos
nesse dia de 2006 eu estava em Arles quando recebi pelo telefone a notícia da morte da minha mãe. Numa coincidência extraordinária acabara de ver, naquela cidade provençal, uma estátua de Campra cujo Requiem tanto admiro.
Conduzi, à pressa, até Barcelona de onde voei para Lisboa. Deixei em Barcelona o resto da família que regressou no automóvel.
Hoje pubico esta fotografia de nós dois, provávelmente de 1960, no meio de giestas em local que não recordo. Tinha eu 15 anos.
Costumávamos ir ao cinema os dois, principalmente ao velho Imperial. Como dois bons amigos.
Hora da publicação: 15:20 0 comentários
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sexta-feira, junho 26, 2015
quinta-feira, junho 25, 2015
segunda-feira, junho 22, 2015
Hora da publicação: 10:29 0 comentários
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domingo, junho 21, 2015
sábado, junho 20, 2015
GENESIS
GENESIS
Levei lá a minha neta Rafaela que tem sete anos.
No caminho ela receava "ir levar uma ganda seca".
Mas acabou por ver a exposição muito divertida e eu deixei-me conduzir por ela, seguindo o percurso das fotografias que mais a interessavam.
Recomendo vivamente que levem os filhos e netos para lhes falar sobre as maravilhas do planeta e a grande diversidade dos humanos e das suas vidas.
Depois não se esqueçam de lhes falar da enorme aventura que foi a vida do fotógrafo, o grande homem Sebastião Salgado.
Hora da publicação: 07:49 0 comentários
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sexta-feira, junho 19, 2015
Uma coisa que me perturba
esta semana, mais uma vez, Miguel Sousa Tavares expressa as suas preocupações com o processo Marquês.
Muitos outros, incluindo amigos que prezo, também põem em causa a prisão preventiva e a inexistência de provas consideradas imprescindíveis.
Eu compreendo esses argumentos mas não compreendo que essas mesmas pessoas condenem "sem provas" os procuradores e juízes de váriostribunais.
Que reconheçam desconhecer o processo mas, apesar disso, presumam as mais cavilosas intenções aos procuradores e juizes.
Que considerem execráveis as "fugas de informação" mas baseiem as suas opiniões definitivas, precisamente, em artigos de jornal que nada garante reflectirem o processo de forma fidedigna.
quinta-feira, junho 18, 2015
Uma pérola
Hora da publicação: 13:19 0 comentários
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terça-feira, junho 16, 2015
sábado, junho 13, 2015
sexta-feira, junho 12, 2015
Para descontrair
Hora da publicação: 10:33 0 comentários
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quarta-feira, junho 10, 2015
sexta-feira, junho 05, 2015
TSU - uma espécie de (ai) Jesus
TSU - uma espécie de (ai) Jesus
A TSU mudou-se, com estrondo, do PSD para o PS.
Ainda há meses, a simples menção deste tabu pelo Coelho provocava a fúria e o terror nos jornais e no Facebook.
António Costa, qual Bruno de Carvalho, arranjou uma dúzia de mágicos e a redução daTSU, em grande escala, tornou-se de repente uma medida virtuosa.
Pela mesma lógica as tiradas do Jorge Jesus passarão a ter lugar nos compêndios escolares de literatura portuguesa.
quarta-feira, junho 03, 2015
A mãe
Hora da publicação: 18:22 0 comentários
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quinta-feira, maio 28, 2015
quinta-feira, maio 21, 2015
As 21 causas do Costa
Hora da publicação: 08:19 0 comentários
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