Acho que percebi finalmente a táctica do governo grego do Syriza. Souberam sempre que acabariam por ter que aceitar o mesmo tipo de constrangimentos que os governos anteriores tinham aceitado. Decidiram então encenar, durante meses, uma "luta titânica" contra o "inimigo externo". A encenação, feita de bravatas e desplantes, teve o seu apogeu no referendo. Agora, criada a fama de lutadores incansáveis, os dirigentes do Syriza pode aceitar todas as condições dos credores sem ter que se justificar. Esta hábil manobra tem no entanto os seus custos pois, durante os meses em que decorreu, tudo se deteriorou no plano económico interno e também a reputação da Grécia no tabuleiro internacional. A factura será paga pelo povo grego.
É isto andais a festejar?
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“Não é Portugal que entra na CEE, é a CEE que entra em Portugal”, avisava
Carlos Carvalhas em 1985. Haja razão comunista e iluminismo radical:
Desde a ad...
Há 5 horas




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