O Rui Tavares, com quem eu simpatizo, é vítima da sua própria capacidade argumentativa. O que ele diz é justo, a descrição do problema chega a ser brilhante, mas falta-lhe uma resultante. Pessoas como o Rui, mas também as organizações políticas da esquerda, quanto mais se repetem na descrição das injustiças mais descuram a procura de soluções económicas e sociais alternativas. Os arroubos românticos que se têm sucedido nas últimas décadas acabam sempre da mesma maneira. Não basta gritar pela mudança, é preciso dizer como e para quê.
É isto andais a festejar?
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“Não é Portugal que entra na CEE, é a CEE que entra em Portugal”, avisava
Carlos Carvalhas em 1985. Haja razão comunista e iluminismo radical:
Desde a ad...
Há 5 horas




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