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segunda-feira, junho 09, 2014

Pato de Regime

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terça-feira, junho 03, 2014

Inspiração


sábado, maio 31, 2014

Galeria 2

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sexta-feira, maio 30, 2014

Galeria

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quinta-feira, maio 29, 2014

Contra-ataque


domingo, maio 25, 2014

Vou impugnar as eleições

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Vou impugnar as eleições
na sala onde votei apercebi-me de um painel, ao fundo (1ª foto).
Aproximei-me e vejam o que ali estava a assombrar os eleitores (2ª foto)


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Dia da votação

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Parafraseando o Almirante: "O Povo é sereno". E insondável como os caminhos do Senhor. 

Nunca digo que o povo se enganou, quando não percebo as suas escolhas concluo que "o burro sou eu".

sábado, maio 24, 2014

Nem 8 nem 80


Expresso 23.05.2014

quarta-feira, maio 21, 2014

domingo, maio 18, 2014

NOVO RUMO




sábado, maio 17, 2014

Calhaus Verdes



Grande comício do PCV (Partido dos Calhaus Verdes) 
durante a intervenção do calhau-mor

sábado, maio 10, 2014

Vivi, ou seja, vi, vi, vi...

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O que eu quero com as minhas fotografias 
é parafrasear Neruda; confesso que vi, vi, vi...

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sexta-feira, maio 09, 2014

SOCORRO




Um almoço de 24.60 € vai passar a custar 24.70 € !!!
A Associação dos Restaurantes AHRESP, quando o IVA passou de 13 para 23%, vaticinou o fim do turismo.
Desde então o turismo não parou de crescer.
Agora têm a lata de antever grandes dificuldades por causa de um aumento de 0,25%, que faz aumentar o preço de um almoço bem regado nuns estonteantes 10 cêntimos.
Só com um pano encharcado.

quarta-feira, maio 07, 2014

Até os mercados rebuscam nos caixotes


As obrigações do Tesouro a cinco anos transaccionam com uma “yield” de 2,33% (menos 4 pontos base do que na véspera), atingindo o nível mais reduzido de sempre. Nas restantes maturidades a tendência também é de queda, com “yields” a negociarem perto de mínimos. Nos títulos com prazo de dois anos o juro desce 3 pontos basse para 1,03%, muito perto de quebrar de novo a barreira de 1%. Na maturidade mais longa, a 10 anos, a “yield” desce 1 ponto base para 3,57%, perto de mínimos de 2006. Nos restantes periféricos do euro a tendência é também de descida das “yields”, que se situam em mínimos históricos abaixo de 3% no caso de Espanha e Itália nos títulos com maturidade a 10 anos. Na Irlanda a “yield” dos títulos a 10 anos está ainda num nível mais baixo (2,73%) e também em mínimos históricos. No que diz respeito à dívida portuguesa, esta é a terceira sessão consecutiva de descida dos juros, depois de no domingo o primeiro-ministro ter anunciado que Portugal vai prescindir de uma linha de crédito cautelar para o pós-troika. A contribuir para a descida dos juros da dívida soberana portuguesa estará também a expectativa que na sexta-feira a Moody’s eleve o “rating” de Portugal em um nível, para Ba2 e que a S&P altere a perspectiva da notação financeira de “negativa” para “positiva”. A Fitch reforçou na terça-feira a ideia que em Outubro poderá retirar o “rating” de Portugal do lixo.

sábado, maio 03, 2014

A intolerável mentira de Passos Coelho


A intolerável mentira de Passos Coelho
Em 2015 vai haver mais um aumento de impostos que o Passos Coelho nos ocultou até ao último minuto.
Um trabalhador que ganhe 1230 euros vai pagar mais 2,46 euros de TSU e vai ver o seu poder de compra delapidado em 5 euros no caso de gastar todo o seu ordenado em produtos abrangidos pela taxa normal do IVA. 
Tudo somado, na pior das hipóteses, um rombo de 7,46 euros, ou seja 0,6% do seu rendimento.
Por isso o PPC em vez de negar o aumento dos impostos deveria ter usado uma expressão do tipo: "vou fazer um aumentozinho de impostos bastante irrelevante".
E é este "facto" gravíssimo que meio país anda a discutir há dias, por absurdo que pareça.
Eu gostava que houvesse em Portugal, como houve em tempos, uma esquerda séria, que eu pudesse respeitar, que não cedesse à facilidade, que não tirasse da cartola campanhas ridículas que só podem enganar os tolos enquanto não virem os recibos do ordenado.
Mas estou a perder a esperança.

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sexta-feira, abril 25, 2014

segunda-feira, abril 14, 2014

No território da Esquerda

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No território da Esquerda
há hoje uma enorme abundância de poetas e filósofos, sacerdotes e missionários, advogados e fiscais.
Infelizmente escasseiam matemáticos e contabilistas, engenheiros e arquitectos, carpinteiros e pedreiros (que não se designem em francês).

Parábola Indiana (onde se lê "elefante" leia-se "crise")

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Parábola Indiana
(Onde se lê "elefante" leia-se "crise")
Seis homens sábios, cegos, estavam sentados à beira de uma estrada.
Aproximou-se deles um homem conduzindo um elefante, que era domesticado e bastante dócil. 
Impossibilitados de o ver, decidiram conhecê-lo pelo tacto.
O primeiro cego apalpou o elefante na barriga e disse: Já sei! o elefante é tal e qual um muro, forte e áspero.
O segundo passou as mãos pelas presas e afirmou: O elefante é mais parecido com as lanças do que com muros; é redondo, liso e agudo nas extremidades.
O terceiro correu os dedos pela tromba do paquiderme e declarou: Estão ambos enganados. O elefante é parecido com uma grande cobra.
O quarto cego, porém, estendeu os braços, abraçou uma das pernas do animal e disse: O pior cego é o que não quer ver. O elefante é roliço e alto como um coqueiro.
O quinto cego, homem de elevada estatura, tocou a orelha do elefante e afirmou categoricamente: O elefante é um grande abanador
Adiantou-se, finalmente, o sexto cego, e, segurando o elefante pela cauda exclamou: O elefante nada tem de parecido com muro, lança, cobra, coqueiro ou abanador! O elefante é apenas um pedaço de corda.
O homem continuou a viagem e os seis cegos ficaram à beira da estrada discutindo, exaltados, insultando-se uns aos outros com palavras azedas, porque não chegavam a um acordo sobre a forma exacta do elefante.





quinta-feira, abril 10, 2014

Perda AUDItIVA

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sábado, março 29, 2014

Regresso ao passado

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O futuro que nos propõe é o regresso a um passado impossível

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