quinta-feira, julho 28, 2016

A estratégia de Costa vai-se revelando



A estratégia de Costa vai-se revelando
Seja o que for que venha a acontecer, nos cortes e nos impostos, será apresentado como uma "imposição europeia".
Costa chegou ao poder com base em promessas de forte crescimento do PIB e do emprego. Nada disso aconteceu.
Em consequência as "reposições de rendimento" e as reversões avulsas deixaram de ter sustentação e, Costa sabe-o bem, mais tarde ou mais cedo farão derrapar o défice.
A austeridade que aí vem será pois atribuída ao inimigo externo, que além do mais inflama o patrioteirismo.

quarta-feira, julho 27, 2016

segunda-feira, julho 18, 2016

domingo, julho 17, 2016

Texto importante



Texto importante
sobre a aberração do "Sector Público", que eu venho repisando há muito tempo.
Só peca por omitir as circunstâncias, muito diferentes, em que Passos e Costa cometem os seus erros.
Por vir de quem vem talvez toque algumas consciências cujo fanatismo não tenha obnubilado de vez.


terça-feira, julho 12, 2016

domingo, julho 10, 2016

sábado, julho 09, 2016

SIBERÍADA - Andrei Konchalovsky (1978)



SIBERÍADA - Andrei Konchalovsky (1978)
Há muitos anos que queria ver este filme, por causa das mútiplas referências que lhe são feitas.
Trata-se de uma bela (e longa) saga de famílias que desbravam a Sibéria ao longo do século XX, e do impacto das transformações políticas na longínqua região.
Mistura poesia e militância. A famosa "alma russa" sempre em conflito com uma realidade e natureza brutais.
Eu estive na Sibéria em 1980- Irkutsk, lago Baikal e Bratsk- apenas dois anos depois de este filme ter sido feito.
Não vi o filme quando saíu mas consigo imaginar a comoção que ele provocava quando a derrocada da URSS não era sequer pensável.

terça-feira, julho 05, 2016

Visitando o interior


Visitando o interior

O referendo da Catarina (e não só)




A Geringonça na sua luta pela sobrevivência está a praticar uma temerária política de terra queimada. Adoptou um discurso anti-europeu e em particular anti-germânico que, como se viu na Grécia, não tem qualquer saída airosa.
O povo português está a ser arrastado para uma deriva irracional pela qual podemos vir a pagar um preço elevado. 
No dia em que a Europa se desmoronar, ou deixar de ter condições para prestar ajudas de emergência, Portugal atingirá finalmente o défice zero. Então perceberemos quão penoso é viver só com o que produzimos e sem os empréstimos dos execrandos europeus.