sábado, maio 31, 2014

Galeria 2

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sexta-feira, maio 30, 2014

Galeria

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quinta-feira, maio 29, 2014

Contra-ataque


segunda-feira, maio 26, 2014

O embróglio do PS


O embróglio do PS
para perceber a fraqueza do resultado do PS nas eleições de ontem, em Portugal, é preciso articular com os resultados na Europa.
Tendo baseado toda a sua estratégia para resolver os problemas do nosso país numa "Mudança" na Europa, o PS não só teve uma votação pífia em Portugal como está perante a vitória europeia da direita que se propunha ajudar a derrubar.

O Muro das Abstenções



O Muro das Abstenções
todos lamentam e verberam o grau de abstenção que se vem verificando nas eleições em Portugal.
Mas em verdade vos digo que quando essa metade do país resolver regressar às urnas vamos assistir à maior hecatombe de que há memória na nossa democracia.
Muitos dos que lamentam as abstenções agora vão depois lamentar ainda muito mais o seu desaparecimento.

domingo, maio 25, 2014

Vou impugnar as eleições

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Vou impugnar as eleições
na sala onde votei apercebi-me de um painel, ao fundo (1ª foto).
Aproximei-me e vejam o que ali estava a assombrar os eleitores (2ª foto)


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Dia da votação

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Parafraseando o Almirante: "O Povo é sereno". E insondável como os caminhos do Senhor. 

Nunca digo que o povo se enganou, quando não percebo as suas escolhas concluo que "o burro sou eu".

sábado, maio 24, 2014

Nem 8 nem 80


Expresso 23.05.2014

quinta-feira, maio 22, 2014

A culpa do destinatário



Os resultados nas "europeias" de 2009 foram : 


PPD/PSD: ( 31,71%) , 
PS: ( 26,53%), 
B.E.: ( 10,72%), 
PCP-PEV: ( 10,64%), 
CDS-PP: ( 8,36%). 

Comparando com a sondagem apresentada hoje, caso se confirme no dia 25, constata-se que a Coligação perderia cerca de 10%, o PS ganharia 7,5%, o BE perderia 5,7% e a CDU ganharia 1,4%.
Como é que alguém pode considerar positivo a CDU ganhar 1,4%, depois de 3 anos de austeridade, e o BE estar quase reduzido a metade?
Não seria melhor alguém tentar perceber que erro(s) está a esquerda a cometer para os cidadãos não confiarem nela mesmo quando sujeitos a grandes sacrifícios ?
Quando alguém explica mas não convence há várias possibilidades (incapacidade do destinatário, ineficácia do emissor, mensagem inadequada, etc).
Mas a solução mais cómoda é sempre culpar o destinatário da explicação.


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quarta-feira, maio 21, 2014

A eleição para o Parlamento Europeu é um absurdo



A eleição para o Parlamento Europeu é um absurdo
(penso eu de que)
os 21 deputados portugueses podiam perfeitamente ser eleitos na AR, de entre os seus membros, como uma espécie de comissão especializada nos assuntos europeus. Respeitando na sua constituição a proporcionalidade estabelecida pelas eleições legislativas.
Evitava-se a duplicação, os encargos enormes e o afastamento entre o nível europeu e o nível nacional que todos podem observar.
O facto de os "deputados europeus" serem simultâneamente "deputados da AR" contribuiria para a convergência das questões europeias e nacionais. Os assuntos europeus estariam muito mais frequentemente na agenda da AR.
Em S. Bento podiam arranjar uma sala com os melhores equipamentos tecnológicos para permitir "plenários" europeus em "videoconferência" em vez de milhares de viagens de avião e de outros custos resultantes das reuniões presenciais, que passariam a ser uma excepção.

Mundial


domingo, maio 18, 2014

NOVO RUMO




sábado, maio 17, 2014

Calhaus Verdes



Grande comício do PCV (Partido dos Calhaus Verdes) 
durante a intervenção do calhau-mor

quinta-feira, maio 15, 2014

As armadilhas da mente




Um livro que recomendo vivamente
em especial a todos aqueles que sofrem com a irracionalidade que prolifera no espaço público e também para aqueles- por vezes os mesmos- que para ela contribuem.
Os "estudos" mostram que o homem (todos nós, claro) passa a vida sujeito às armadilhas da mente, "saltando para conclusões" e procurando incessantemente causalidades e intencionalidades mesmo onde isso não faz qualquer sentido.
Ter consciência disto não resolve o problema, mas ajuda...

domingo, maio 11, 2014

sábado, maio 10, 2014

Vivi, ou seja, vi, vi, vi...

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O que eu quero com as minhas fotografias 
é parafrasear Neruda; confesso que vi, vi, vi...

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sexta-feira, maio 09, 2014

SOCORRO




Um almoço de 24.60 € vai passar a custar 24.70 € !!!
A Associação dos Restaurantes AHRESP, quando o IVA passou de 13 para 23%, vaticinou o fim do turismo.
Desde então o turismo não parou de crescer.
Agora têm a lata de antever grandes dificuldades por causa de um aumento de 0,25%, que faz aumentar o preço de um almoço bem regado nuns estonteantes 10 cêntimos.
Só com um pano encharcado.

quarta-feira, maio 07, 2014

Até os mercados rebuscam nos caixotes


As obrigações do Tesouro a cinco anos transaccionam com uma “yield” de 2,33% (menos 4 pontos base do que na véspera), atingindo o nível mais reduzido de sempre. Nas restantes maturidades a tendência também é de queda, com “yields” a negociarem perto de mínimos. Nos títulos com prazo de dois anos o juro desce 3 pontos basse para 1,03%, muito perto de quebrar de novo a barreira de 1%. Na maturidade mais longa, a 10 anos, a “yield” desce 1 ponto base para 3,57%, perto de mínimos de 2006. Nos restantes periféricos do euro a tendência é também de descida das “yields”, que se situam em mínimos históricos abaixo de 3% no caso de Espanha e Itália nos títulos com maturidade a 10 anos. Na Irlanda a “yield” dos títulos a 10 anos está ainda num nível mais baixo (2,73%) e também em mínimos históricos. No que diz respeito à dívida portuguesa, esta é a terceira sessão consecutiva de descida dos juros, depois de no domingo o primeiro-ministro ter anunciado que Portugal vai prescindir de uma linha de crédito cautelar para o pós-troika. A contribuir para a descida dos juros da dívida soberana portuguesa estará também a expectativa que na sexta-feira a Moody’s eleve o “rating” de Portugal em um nível, para Ba2 e que a S&P altere a perspectiva da notação financeira de “negativa” para “positiva”. A Fitch reforçou na terça-feira a ideia que em Outubro poderá retirar o “rating” de Portugal do lixo.

terça-feira, maio 06, 2014

FURADOURO

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No fim do Inverno de 1967 fiz uma reportagem no Furadouro, que foi publicada no Boletim do Cineclube Universitário em Junho desse mesmo ano.
 

Narrativas simplificadas


domingo, maio 04, 2014

Sobre a esquerda e as esquerdas



Sobre a esquerda e as esquerdas

por João Bernardo

"Desde a sua origem, antes ainda da génese do marxismo, que na esquerda existe um acentuado pendor para o estatismo. Não se trata para essa esquerda de alterar as relações sociais de trabalho, mas de concentrar no Estado os principais mecanismos de decisão económica. Esta é a esquerda que corresponde exclusivamente aos interesses da classe dos gestores, cujo acesso ao capital passa pelo exercício de funções administrativas e não pela detenção de propriedades.
Os gestores podem ascender tanto no aparelho tecnoburocrático das grandes empresas como no aparelho tecnoburocrático do Estado. Todavia, as grandes empresas são muito exigentes nos seus critérios de selecção, que passam pela avaliação dos currículos e por entrevistas, intermediadas nas esferas superiores por firmas especializadas em recrutamento. É certo que há uma circulação entre os quadros administrativos das grandes empresas e a administração estatal, mas apenas enquanto assessores ou ministros técnicos, porque o acesso aos postos elegíveis obtém-se graças a clientelas partidárias ou simples compadrios. Ora, como não se trata aqui de convicções mas de oportunidades, pode ser conveniente usar com fins eleitorais um rótulo de esquerda, devido ao seu apelo populista. Esta diferença nos processos de escolha explica que os gestores candidatos eleitorais em listas de esquerda sejam muito menos competentes do que os seleccionados por recrutamento, o que leva a militância partidária na esquerda estatista a atrair sobretudo a tecnoburocracia de segunda e terceira ordens.
A armadura jurídica do capitalismo pode assim ser discutida pela esquerda no aparelho de Estado e eventualmente remodelada, enquanto nas empresas as relações capitalistas de trabalho se mantêm ou são mesmo reforçadas. Já na União Soviética o apreço pelo taylorismo fora levado a um grau extremo, a tal ponto que foi aí, durante os planos quinquenais, e não nos Estados Unidos, que se realizaram as maiores experiências fordistas. A situação não mudou e para esta porção da esquerda socialismo continua a significar ampliação do poder de decisão económica do Estado, ficando completamente posto de lado o problema das relações sociais de trabalho. É um socialismo de gestores, não de trabalhadores.
Existe uma subespécie de eternos candidatos a gestores que têm como programa a ocupação do poder de Estado, mas com ilusões tais que nunca podem ser satisfeitas. Distinguem-se dos outros não pelos objectivos últimos, que em ambos os casos é a estatização da economia, mas pela ausência de noções práticas quanto ao caminho a percorrer. E como a sua vocação para o fracasso os leva a imaginarem-se revolucionários, consideram que é o sucesso eleitoral que classifica os outros como reformistas. Na verdade, trata-se de uma esquerda governamental in partibus, que só parece exterior às instituições estatais porque não consegue inserir-se nelas.
Nem conseguirá porque julga que o capitalismo perdeu as potencialidades de crescimento e o dinamismo interno. Esta esquerda é incapaz de se dar conta do aprofundamento do sistema de exploração e das novas formas de concentração económica que garantem ao capitalismo o aumento da produtividade e dos lucros e uma grande capacidade de absorção dos conflitos sociais. Embora invoque sempre referências marxistas, a sua compreensão nunca foi além da mais-valia absoluta. Os mecanismos da mais-valia relativa e da renovação das classes dominantes mantêm-se para ela envoltos em mistério.
O facto de arrastar uma história composta toda de fracassos não desanima esta esquerda, que se ocupa exclusivamente em dar lições aos governantes e aos patrões sobre a maneira de gerir o Estado e a economia e em profetizar o fim iminente do capitalismo. É estranho que não se dê conta de que traça assim uma distância crescente entre a sobranceria apocalíptica com que se refere ao capitalismo e a desconsolada mediocridade a que se confina. Qualquer teoria da revolução ficaria sem sentido se a crise do capitalismo não correspondesse à ascensão dos revolucionários e se a crise em que os revolucionários se encontram não indicasse a hegemonia do capitalismo."
Ler aqui http://passapalavra.info/2014/04/93811 o texto completo do João Bernardo

O estranho sentido de justiça do TC

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Bem dito

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sábado, maio 03, 2014

A intolerável mentira de Passos Coelho


A intolerável mentira de Passos Coelho
Em 2015 vai haver mais um aumento de impostos que o Passos Coelho nos ocultou até ao último minuto.
Um trabalhador que ganhe 1230 euros vai pagar mais 2,46 euros de TSU e vai ver o seu poder de compra delapidado em 5 euros no caso de gastar todo o seu ordenado em produtos abrangidos pela taxa normal do IVA. 
Tudo somado, na pior das hipóteses, um rombo de 7,46 euros, ou seja 0,6% do seu rendimento.
Por isso o PPC em vez de negar o aumento dos impostos deveria ter usado uma expressão do tipo: "vou fazer um aumentozinho de impostos bastante irrelevante".
E é este "facto" gravíssimo que meio país anda a discutir há dias, por absurdo que pareça.
Eu gostava que houvesse em Portugal, como houve em tempos, uma esquerda séria, que eu pudesse respeitar, que não cedesse à facilidade, que não tirasse da cartola campanhas ridículas que só podem enganar os tolos enquanto não virem os recibos do ordenado.
Mas estou a perder a esperança.

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Vinyl Gourmet

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Finalmente num monitor perto de si